Quintanilha Rock celebra duas décadas com programa diferente do habitual devido à pandemia

O festival de verão Quintanilha Rock comemora 20 anos de concertos na aldeia do concelho de Bragança sem ajuntamentos, devido à pandemia, mas com um cartaz itinerante que inclui diversas manifestações artísticas, informou hoje a organização.

O Quintanilha Rock é dos mais antigos festivais de verão do Nordeste Transmontano organizado pela associação ArtiColado que, perante as restrições sanitárias impostas pela covid-19, decidiu assinalar as duas décadas do evento em moldes diferentes do habitual.

Na praia do Colado, junto ao rio Maçãs, partilhado por portugueses e espanhóis, não haverá os concertos e enchentes de anos anteriores, nem os convívios na aldeia, mas o festival está de volta com um programa dinâmico entre julho e dezembro.

De julho a dezembro de 2021, a ArtiColado irá propor um programa dinâmico e itinerante que inclui concertos, instalações, ‘showcookings’, performances, ‘workshops’, conversas, exposições e ‘walks’, cumprindo sempre, de forma responsável, todas as normas e regras sanitárias que vigorem a cada momento e em cada lugar”, indicou a organização.

A programadora do festival, Leonor Afonso, explica que “na celebração das duas décadas do Quintanilha Rock cabem imensas memórias, diferentes expressões artísticas e múltiplos lugares, de Quintanilha a Bragança, de Zamora ao Porto”.

Vamos ao encontro de todos os que fizeram parte desta odisseia”, concretizou.

O presidente da associação ArtiColado, Filipe Afonso, justificou que a organização do Quintanilha Rock deve um agradecimento à aldeia do concelho de Bragança que os acolhe e a todos que escreveram ao longo destas duas décadas a história do festival.

A forma de agradecimento e homenagem é o programa preparado para os próximos meses e que conta com “o apoio da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e de algumas entidades privadas locais”.

A organização do Quintanilha Rock espera conseguir levar avante um programa que prioriza o diálogo e a reflexão, a prática e a produção artística do sítio onde escolhemos viver e onde queremos deixar uma marca”, segundo Filipe Afonso.

Os concertos, os mergulhos e o galo no pote no Parque do Colado, o presunto e o vinho tinto na Adega do Fanhascas, as conversas intermináveis e os abraços apertados, esses ficam reservados para 2022, segundo a organização.

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Praia do Colado, no rio Maçãs, é partilhada por portugueses e espanhóis

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