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Onze marcas, 72 motas e 850 m2 depois, Moto-Rujo inaugura loja que é já uma referência na região

A Moto-Rujo, empresa sob a alçada da Auto-Rujo, decidiu aumentar, consideravelmente, o seu investimento no setor das duas rodas, colocando debaixo do mesmo teto 11 das mais conceituadas marcas de motas a nível internacional.

"Trata-se de um stand de motas especializado em 11 marcas, neste momento, que são a Honda, Polaris, KTM, Husqvarna, Piaggio, Vespa, Aprilia, Moto Guzzi, Bullit, YCF e Neco”, enumerou Rui Domingues, no dia da inauguração, sublinhando ter efetuado um “protocolo com os importadores e eles aceitaram que trabalhássemos com estas marcas com a condição de ampliarmos o espaço, pois, também, não caberiam todas nas instalações antigas que tínhamos”. No total, contabilizam-se 72 motas em 850 metros quadrados, repartidos por dois pisos com duas áreas distintas, uma de exposição de motas e outra de boutique, onde é possível encontrar uma extensa variedade de produtos, desde capacetes, a fatos, óculos, botas, casacas, entre muitos outros. No que concerne à assistência técnica das marcas, a ter lugar no edifício sede localizado na Estrada de Donai, a Moto-Rujo decidiu apostar num serviço ao mais alto nível com máquinas de diagnóstico de última geração, refere o sócio-gerente, cuja empresa investiu, sensivelmente, um milhão de euros só neste último projeto.

De acordo com o entrevistado, na Moto-Rujo é possível encontrar motas para todos os gostos e para todas as carteiras. “Temos motas para todos os preços, desde as 50cc que custam, sensivelmente, dois mil euros, até aos 40 mil euros”, sustenta Rui Domingues.

 

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Na reabertura do completamente remodelado e tão aguardado espaço comercial, que aconteceu este sábado, dia 29 de junho, foi bem visível a forte aposta da empresa, a todos os níveis. João Domingues reconhece que este investimento foi concretizado com “um bocado de custo, quer a nível pessoal, quer a nível do Grupo Auto-Rujo”, por se ter tratado de “um investimento avultado, quer a nível de equipamentos, quer a nível de infraestruturas”. No entanto, o sócio-gerente prefere destacar que este “serviço é um bem por si só”, um bem que a empresa familiar quis prestar à cidade, a nível de motas, “procurando sempre servir melhor os nossos clientes e, simultaneamente, abranger o maior leque possível de potenciais compradores em todo o território nacional”. A meta a atingir é, de acordo com João Domingues, “recuperar a médio prazo”, referindo-se a um período de dois anos, “pelo menos, parte desse grande investimento que foi realizado”.

Fundada em 1975 por Germano Domingues, após ter regressado de Luanda, a Auto-Rujo conta já com 44 anos de especialização no ramo automóvel. Agora, é a vez dos irmãos Domingues, seguirem as pisadas do Homem que deu início àquela que é, hoje, uma das empresas de referência do Norte do País, tentando, desta feita, estenderem o seu domínio no que à venda de motas e à assistência técnica diz respeito, através da representação de algumas das marcas mais credíveis e afamadas do panorama internacional.

TEXTO: Maribelle Brito

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